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| Circos |
Malabaristas,
trapezistas, palhaços, equilibristas, atores, músicos, ilusionistas,
faquires, contadores de história, ginetes, contorcionistas e acrobatas
são parentes. Mesmo se apresentando em lugares diferentes:
debaixo de uma lona, no palco de um teatro, nos corredores dos shopings
centers, nas festas de aniversário ou nas quebradas e semáforos das
ruas de São Sererê, são todos parentes.
Por isso fizemos questão de reuni-los nesta área que não por
acaso demos o nome de Circos.
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Eles já foram muitos. Hoje, são poucos, cada vez menos. Surgiram no país em torno da década de 1830, vindos, na sua grande maioria, da Europa. Tiveram várias formas arquitetônicas: pau-a-pique, pau-fincado, pavilhão, pano-de-roda e, finalmente, americano. Levavam também o seu circo itinerante para os teatros, ruas, praças públicas. E por mais de um século foi o maior espetáculo, quando não único, das terras do Brasil.
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Eles
são muitos, cada vez mais. Surgiram no início da década de 1980,
vindos, na sua maioria, das escolas de circo. São intrépidos,
parlapatões, mínimos, aéreos, navegadores, psicodélicos, notáveis
e anônimos.
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Esta
galeria quer dar destaque aos artistas circenses, |